
E nos verões foi ele o meu sol. Nos invernos foi ele toda a saudade. Nas primaveras foi ele a alegria e nos outonos foi ele o vento de esperança. Era ele todos os dias daquele longo ano que se passava. E por mais pequeno que ele fosse, carregava consigo uma enorme luz, o abraço mais desejável e a voz mais encantadora. Não era um anjo, ou talvez, era. Mas não voava, mas se parecia muito com um.
“E nos dias de solidão te imagino e encontro a saída de tantos calabouços. Só você tem o poder de me reanimar com apenas um belo sorriso,e que sorriso…”